MULHER
Hoje vamos falar da mulher. Sim. Da mãe, da avó, da filha,
da esposa, noiva, namorada, amiga. Daquela que todo mundo diz amar, mas que, na
verdade, não é bem assim.
Mulheres tem um papel extremamente importante na sociedade.
Trabalham em um, dois ou até mais empregos, cuidam do lar, da criação dos
filhos e netos, agradam seus maridos, fazem as compras, a comida... E ainda
arrumam tempo para se arrumar e ter seus escassos momentos de descontração e
lazer. Mas, mesmo tendo uma vida hercúlea, são relegadas a uma posição inferior
à dos homens. Começam por ganhar menos, não serem valorizadas no serviço
doméstico, não terem o respeito dos filhos e netos, não terem a atenção e
cuidados dos companheiros e, se tem algum lazer ou divertimento que vá contra a
imagem de "mulher perfeita", são discriminadas.
Existem mulheres que provaram, por A + B, que podem se
destacar e ter posições influentes na política, na arte, no meio empresarial,
na cultura, na ciência, na religião, na literatura, na música, no cinema... E
podemos citar tantos nomes... Marie-Curie (cientista e física polonesa),
Margaret Thatcher (primeira-ministra britânica), Madre Tereza de Calcutá
(missionária católica macedônia), Irmã Dulce (religiosa católica brasileira),
Fernanda Montenegro (atriz brasileira), Chiquinha Gonzaga (compositora e
musicista brasileira), Princesa Isabel (herdeira do trono brasileiro), Emily
Brontë (escritora e poetisa britânica), Virginia Woolf (escritora inglesa
moderna), Luiza Heleno Trajano (responsável pela transformação da empresa
Magazine Luiza), Lygia Fagundes Telles (escritora brasileira), Simone de
Beauvoir (escritora, intelectual, filósofa existencialista, ativista política,
feminista e teórica social francesa), Lya Luft (escritora e tradutora gaúcha),
Martha Medeiros (escritora, aforista e poetisa gaúcha), Isadora Duncan
(bailarina e coreógrafa norte-americana), Mercedes Sosa (cantora argentina),
Marilyn Monroe (atriz norte-americana)... E a lista é beeeem mais extensa.
Interessados, usem o Google, como eu. Preocupei-me em destacar mais mulheres
brasileiras para mostrar que nosso país é celeiro de grandes mulheres.
E mesmo com esses e inúmeros outros exemplos de mulheres
brilhantes e acima da média, vemos a desvalorização e o descaso para com elas.
Desrespeito, humilhações, abusos, agressões, estupros e até mortes, físicas e
psicológicas, afligem esses seres notáveis. E mesmo se ela seguir o caminho
dito "correto" pela sociedade, sempre vão lhe imputar falhas de
caráter e de conduta, sejam ela devidas ou não. Além disso, elas têm sua
liberdade, seja ela sexual ou, mesmo, de pensamento, cerceada, tolhida, alvo de
escrutínio público. Como se a vida delas não lhes pertencesse, como se fosse um
domínio coletivo. E isso ocorre desde o nascimento!
Portanto, seja ela do lar ou do bar, puta ou santa, pobre ou
rica, preta, amarela ou branca.... Seja ela como for, trate-a com o amor,
carinho e respeito que ela merece. Afinal, homens (e mulheres, também) só
existem por causa delas. E lembre-se que, apesar das diferenças físicas,
psicológicas e comportamentais que homens e mulheres possuam, estes são iguais
e complementares. E é isso que defende o verdadeiro feminismo. Que é bem
diferente do FEMISMO que vimos aí. Curioso em saber o que é femismo? Joga no
Google, nosso pai-dos-burros virtual.
Paz!
Sigmund Phoda

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